Introdução

Broadside: s.m. 1. Peça publicitária destinada aos públicos internos e intermediários de uma empresa, contendo informações sobre os esforços de comunicação e explicações de como será uma campanha de propaganda e/ou promoção. 2. O broadside serve para motivar e influenciar toda a cadeia de funcionários envolvida na ação e auxilia na argumentação e apresentação do trabalho da equipe de vendas.

Este livro é uma coletânea de 28 artigos produzidos ao longo do meu tempo como autor da coluna/blog Broadside e do período como estudante do curso de Mestrado.

O início dessa empreitada se deu a partir do desejo do então diretor de marketing do Jornal O Dia, Cliff Villar, de ter um espaço no jornal que se comunicasse com o mercado publicitário. Cliff me convidou para encabeçar essa tarefa e assim, em setembro de 2005, surgiu a coluna Broadside, que passou a ser veiculada semanalmente no Jornal O Dia.

O nome vem de uma peça de comunicação homônima que tem por objetivo apresentar e explicar ao público interno e intermediário (distribuidores e varejistas), como será determinada campanha de publicidade a ser lançada. A proposta da coluna se assemelhava à função dessa peça publicitária. Voltada para o trade, a Broadside apresentava, divulgava e comentava campanhas publicitárias que eram lançadas no Piauí.

O objetivo da coluna era movimentar o cenário da comunicação local, dar visibilidade ao trabalho das agências, valorizar as boas ideias e, também, alertar sobre os riscos das propagandas amadoras e mal elaboradas. Essa última parte chegou a gerar alguns infortúnios. Lembro que, por algumas vezes, quase fi z o Jornal O Dia perder clientes. Um deles, após ler um comentário na coluna sobre um outdoor que havia veiculado, ligou para o jornal solicitando a rescisão do contrato que tinha nos classifi cados. Coube ao diretor de marketing contornar a situação e convencê-lo a desistir do cancelamento.

Porém, sempre deixei claro que a Broadside não tinha a intenção de criticar a integridade de uma empresa, apenas tecia comentários sobre a sua comunicação publicitária. Assim como não criticava a qualidade do produto ou serviço ofertado, criticava a eficácia de sua propaganda, nem questionava a capacidade de pessoas ou agências, questionava a capacidade das ideias em trazer retorno para o anunciante. A Broadside se pautava em tratar a publicidade de forma profi ssional, com comentários técnicos, baseados nos princípios que fundamentam a boa propaganda.

Além de dar notícia às campanhas que eram veiculadas, a coluna trazia artigos de opinião, onde expunha meu ponto de vista sobre assuntos ligados à publicidade e ao marketing. Partindo de experiências vivenciadas como criativo, no âmbito de uma agência de propaganda, e de observações sobre acontecimentos do meio publicitário em geral, os textos transitam entre realidades bem opostas: a realidade do mercado publicitário piauiense, abordando as dificuldades de um mercado ainda em fase de amadurecimento, e a realidade do ambiente nacional, onde acontecem as melhores práticas e tendências em comunicação.

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